quarta-feira, 4 de junho de 2008
O ELAC NÃO FAVORECE O AVANÇO DA ESQUERDA SOCIALISTA
A proposta do ELAC não ajuda a luta dos trabalhadores e dos povos latino-americanosNós, que assinamos esta declaração, já manifestamos em várias oportunidades que consideramos um erro da direção que hoje hegemoniza a CONLUTAS a iniciativa de realizar, após o Congresso da entidade (julho de 2008), uma reunião de sindicalistas latino-americanos, denominada Encontro Latino Americano e do Caribe (ELAC).A forma como foi concebido e convocado esse evento não possibilita que qualquer passo para somar forças e avançar na direção da necesária unificação da vanguarda sindical brasileira seja dado. Acreditamos que este Encontro está muito distante de ajudar na organização da luta dos trabalhadores e povos latino-americanos e, pelo contrário, põe a CONLUTAS do lado de setores que, em nome da pureza socialista, fazem o jogo de interesses da direita.Isto porque os objetivos que o PSTU (corrente que tem maioria no CONLUTAS) tem proposto ao ELAC vão na contramão dos processos mais avançados das lutas e dos movimentos antiimperialistas que ocorrem na América Latina.Desde o fim dos anos 1990, nosso continente inquietou-se com as lutas populares, democráticas e antiimperialistas que fizeram retroceder a política do de dominação que pretendia impôr a ALCA. Nos países onde a luta foi mais aguda, surgiram novos governos que se contrapõem ao Imperialismo e que romperam com a agenda neoliberal; na Bolívia, no Equador e na Venezuela avançou-se com processos de novas Assembléias Constituintes e nacionalizações de empresas. A única orientação possível para os trabalhadores é a de estar do lado dos governos para resistir aos ataques sistemáticos que fazem a direita e o imperialismo, buscando desgastá-los e derrubá-los e apoiar suas medidas progressivas, mantendo a independência e demonstrando quando existem incoerências.Mas para os organizadores, segundo a primeira declaração do ELAC, a política é outra. Todos os governos da América Latina estão a serviço do imperialismo. Dizem que “todos os países estão submetidos ao imperialismo” sem ver as gritantes diferenças que existem entre os processos venezuelano, boliviano e equatoriano e os demais. Pretendem fazer do ELAC uma “coordenação dos trabalhadores latino-americanos, que lute contra as políticas neoliberais do imperialismo no continente”, mas ignoram os enfrentamentos reais que ocorrem na América Latina e que tem colocado de um lado o imperialismo, as classes dominantes, os governos lacaios e de outro estes governos particualrmente o da Venezuela especialemente, quando tomam medidas de nacionalizações.Foi assim quando Chávez não renovou a concessão da televisão RCTV (a Rede Globo Venezuelana) , cúmplice da direita e do golpe de Estado organizado pelos EUA em 2002, avançando na nacionalização dos meios de comunicação. Nesta oportunidade uma campanha internacional foi organizada para denunciar a não renovação e a Rede Globo brasileira foi o instrumento local desta campanha. O PSTU esteve do mesmo lado que a Rede Globo, contra a medida de Chávez. A CONLUTAS não se pronunciou sobre este fato de enorme importância, ou seja, seu silêncio seguiu os passos da reação.Na campanha do Referendo para aprovar a nova Constituição Venezuelana, um novo movimento contrário foi desencadeado pela direita e o imperialismo. O PSTU, mais uma vez, fez parte da posição reacionária. Apoiou as mobilizações dos estudantes direitistas, considerando- o um movimento democrático por princípio. Este fato foi tão grave que o renomado intelectual James Petras, que apoiou o PSTU por muito tempo e esteve na fundação da CONLUTAS, rompeu publicamente e denunciou o apoio financeiro da direita aos estudantes venezuelanos.A justificativa para esta política pode ser econtrada na primeira convocatória para o ELAC, redigida pelo PSTU. Nela é sustentado o argumento de que o governo Chávez, cada vez mais, enfrenta e reprime os trabalhadores. Essa afirmação é feita quando ocorreu a nacionalização da SIDOR, em 1º de maio de 2008, uma das maiores siderúrgicas da América Latiana (que tem capitais argentinos, italianos e, inclusive, brasileiros através da USIMINAS). Os venezuelanos comemoraram uma vitória histórica sobre o capital internacional, alcançada graças à luta dos trabalhadores e a política adotada pelo governo Chávez. Toda imprensa internacional combateu, com todo o rancor e o ódio de classes que lhe são típicos, esta nacionalização feita pelo governo Chávez.A única posição correta que os trabalhadores brasileiros podem adotar é a de apoiar o processo de nacionalização da SIDOR, e a forma como estão levando o processo adiante os trabalhadores sidorianos e o governo bolivariano. Da mesma forma, temos que apoiar as nacionalizações que acontecem na Venezuela, na Bolívia e no Equador, que é o oposto do que ocorre nosso país onde, infelizmente, se aprofunda a desnacionalização sem que os trabalhadores e o povo possam impedir.Na política não existe o vazio! Quando nosso continente vive uma luta política acirrada é impossível não ter lado. Quem não se posiciona frente às lutas concretas contra o imperialismo, termina caindo do lado oposto, como tem acontecido com o PSTU. Quem não se pronuncia nestas lutas cruciais e formula generalidades para marcar posição, como a nacionalização sem indenização ou o não pagamento da dívida, e pretende que essas sejam palavras de ordem para coordenar a luta na América, termina fazendo o coro com a burguesia.Além destas diferenças substanciais sobre a situação latino-americana temos diferenças sobre o papel da CONLUTAS. A CONLUTAS, no nosso entendimento, é um instrumento amplo e de massas e não de um único partido. A realização do encontro internacional da LIT (organização internacional do PSTU) dois dias depois do ELAC, na mesma cidade, demonstra exatamente essa política de transformar instrumentos legítimos de amplos setores em aparato a serviço da política de um partido que, como temos visto, caracteriza- se por ser contra o processo bolivariano. Não aceitamos um encontro cuja essência é por-se contra o processo bolivariano, posicionando- se objetivamente do lado da reação e do imperialismo. A política do CONLUTAS de criar uma pseudo-unidade internacional pode mesmo é estar criando uma precoce divisão nacional. O ELAC é uma imposição inoportuna diante de um momento tão importante que estamos vivenciando na CONLUTAS, que deveria e poderia sair mais fortalecida de seu I Congresso Nacional, não se desviando de sua tarefa principal que é buscar construir a reorganização do movimento sindical brasileiro e aproveitar os ventos favoráveis que se abrem na unidade com a INTERSINDICAL.Estas são as razões pelas quais nos pronunciamos contra o Encontro tal como tem sido concebido e como está sendo executado.AssinamMTL, Poder Popular (PSOL), MAS(CCLCP), MES(PSOL) , MES-CEDSS/PARÁ(MARABÁ)
BLAGGER VENCEU, MAS MARINA NÃO PERDEU QUEM PERDEU FORAM OS IMBECIS QUE QUEREM CONTINUAR DESTRUINDO O PLANETA. QE MORRAM ELES PRIMEIRO TAPEM O BURACO
CARTA DE FREI BETO A MARINA DA SILVA
Querida Marina FREI BETTOCaíste de pé! Tu eras um estorvo àqueles que comemoram, jubilosos, a tua demissão, os agressores do meio ambiente CAÍSTE DE pé! Trazes no sangue a efervescente biodiversidade da floresta amazônica. Teu coração desenha-se no formato do Acre e em teus ouvidos ressoa o grito de alerta de Chico Mendes. Corre em tuas veias o curso caudaloso dos rios ora ameaçados por aqueles que ignoram o teu valor e o significado de sustentabilidade. Na Esplanada dos Ministérios, como ministra do Meio Ambiente, tu eras a Amazônia cabocla, indígena, mulher. Muitas vezes, ao ouvir tua voz clamar no deserto, me perguntei até quando agüentarias. Não te merece um governo que se cerca de latifundiários e cúmplices do massacre de ianomâmis. Não te merecem aqueles que miram impassíveis os densos rolos de fumaça volatilizando a nossa floresta para abrir espaço ao gado, à soja, à cana, ao corte irresponsável de madeiras nobres.Por que foste excluída do Plano Amazônia Sustentável? A quem beneficiará esse plano, aos ribeirinhos, aos povos indígenas, aos caiçaras, aos seringueiros ou às mineradoras, às hidrelétricas, às madeireiras e às empresas do agronegócio?Quantas derrotas amargaste no governo? Lutaste ingloriamente para impedir a importação de pneus usados e a transformação do país em lixeira das nações metropolitanas; para evitar a aprovação dos transgênicos; para que se cumprisse a promessa histórica de reforma agrária. Não te muniram de recursos necessários à execução do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia Legal, aprovado pelo governo em 2004. Entre 1990 e 2006, a área de cultivo de soja na Amazônia se expandiu ao ritmo médio de 18% ao ano. O rebanho se multiplicou 11% ao ano. Os satélites do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) detectaram, entre agosto e dezembro de 2007, a derrubada de 3.235 km2 de floresta. É importante salientar que os satélites não contabilizam queimadas, apenas o corte raso de árvores. Portanto, nem dá para pôr a culpa na prolongada estiagem do segundo semestre de 2007. Como os satélites só captam cerca de 40% da área devastada, o próprio governo estima que 7.000 km2 tenham sido desmatados. Mato Grosso é responsável por 53,7% do estrago; o Pará, por 17,8%; e Rondônia, por 16%. Do total de emissões de carbono do Brasil, 70% resultam de queimadas na Amazônia.Quem será punido? Tudo indica que ninguém. A bancada ruralista no Congresso conta com cerca de 200 parlamentares, um terço dos membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. E, em ano de eleições municipais, não há nenhum indício de que os governos federal e estaduais pretendam infligir qualquer punição aos donos das motosserras com poder de abater árvores e eleger ($) candidatos. Tu eras, Marina, um estorvo àqueles que comemoram, jubilosos, a tua demissão, os agressores do meio ambiente, os mesmos que repudiam a proposta de proibir no Brasil o fabrico de placas de amianto e consideram que "índio atrapalha o progresso". Defendeste com ousadia nossas florestas, nossos biomas e nossos ecossistemas, incomodando quem não raciocina senão em cifrões e lucros, de costas para os direitos das futuras gerações. Teus passos, Marina, foram sempre guiados pela ponderação e pela fé. Em teu coração jamais encontrou abrigo a sede de poder, o apego a cargos, a bajulação aos poderosos, e tua bolsa não conhece o dinheiro escuso da corrupção.Retorna à tua cadeira no Senado Federal. Lembra-te ali de teu colega Cícero, de quem estás separada por séculos, porém unida pela coerência ética, a justa indignação e o amor ao bem comum. Cícero se esforçou para que Catilina admitisse seus graves erros: "É tempo, acredita-me, de mudares essas disposições; desiste das chacinas e dos incêndios. Estás apanhado por todos os lados. Todos os teus planos são para nós mais claros que a luz do dia.Em que país do mundo estamos nós, afinal? Que governo é o nosso?" Faz ressoar ali tudo que calaste como ministra. Não temas, Marina. As gerações futuras haverão de te agradecer e reconhecer o teu inestimável mérito. ________________________________________CARLOS ALBERTO LIBÂNIO CHRISTO, o Frei Betto, 63, frade dominicano,
Querida Marina FREI BETTOCaíste de pé! Tu eras um estorvo àqueles que comemoram, jubilosos, a tua demissão, os agressores do meio ambiente CAÍSTE DE pé! Trazes no sangue a efervescente biodiversidade da floresta amazônica. Teu coração desenha-se no formato do Acre e em teus ouvidos ressoa o grito de alerta de Chico Mendes. Corre em tuas veias o curso caudaloso dos rios ora ameaçados por aqueles que ignoram o teu valor e o significado de sustentabilidade. Na Esplanada dos Ministérios, como ministra do Meio Ambiente, tu eras a Amazônia cabocla, indígena, mulher. Muitas vezes, ao ouvir tua voz clamar no deserto, me perguntei até quando agüentarias. Não te merece um governo que se cerca de latifundiários e cúmplices do massacre de ianomâmis. Não te merecem aqueles que miram impassíveis os densos rolos de fumaça volatilizando a nossa floresta para abrir espaço ao gado, à soja, à cana, ao corte irresponsável de madeiras nobres.Por que foste excluída do Plano Amazônia Sustentável? A quem beneficiará esse plano, aos ribeirinhos, aos povos indígenas, aos caiçaras, aos seringueiros ou às mineradoras, às hidrelétricas, às madeireiras e às empresas do agronegócio?Quantas derrotas amargaste no governo? Lutaste ingloriamente para impedir a importação de pneus usados e a transformação do país em lixeira das nações metropolitanas; para evitar a aprovação dos transgênicos; para que se cumprisse a promessa histórica de reforma agrária. Não te muniram de recursos necessários à execução do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia Legal, aprovado pelo governo em 2004. Entre 1990 e 2006, a área de cultivo de soja na Amazônia se expandiu ao ritmo médio de 18% ao ano. O rebanho se multiplicou 11% ao ano. Os satélites do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) detectaram, entre agosto e dezembro de 2007, a derrubada de 3.235 km2 de floresta. É importante salientar que os satélites não contabilizam queimadas, apenas o corte raso de árvores. Portanto, nem dá para pôr a culpa na prolongada estiagem do segundo semestre de 2007. Como os satélites só captam cerca de 40% da área devastada, o próprio governo estima que 7.000 km2 tenham sido desmatados. Mato Grosso é responsável por 53,7% do estrago; o Pará, por 17,8%; e Rondônia, por 16%. Do total de emissões de carbono do Brasil, 70% resultam de queimadas na Amazônia.Quem será punido? Tudo indica que ninguém. A bancada ruralista no Congresso conta com cerca de 200 parlamentares, um terço dos membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. E, em ano de eleições municipais, não há nenhum indício de que os governos federal e estaduais pretendam infligir qualquer punição aos donos das motosserras com poder de abater árvores e eleger ($) candidatos. Tu eras, Marina, um estorvo àqueles que comemoram, jubilosos, a tua demissão, os agressores do meio ambiente, os mesmos que repudiam a proposta de proibir no Brasil o fabrico de placas de amianto e consideram que "índio atrapalha o progresso". Defendeste com ousadia nossas florestas, nossos biomas e nossos ecossistemas, incomodando quem não raciocina senão em cifrões e lucros, de costas para os direitos das futuras gerações. Teus passos, Marina, foram sempre guiados pela ponderação e pela fé. Em teu coração jamais encontrou abrigo a sede de poder, o apego a cargos, a bajulação aos poderosos, e tua bolsa não conhece o dinheiro escuso da corrupção.Retorna à tua cadeira no Senado Federal. Lembra-te ali de teu colega Cícero, de quem estás separada por séculos, porém unida pela coerência ética, a justa indignação e o amor ao bem comum. Cícero se esforçou para que Catilina admitisse seus graves erros: "É tempo, acredita-me, de mudares essas disposições; desiste das chacinas e dos incêndios. Estás apanhado por todos os lados. Todos os teus planos são para nós mais claros que a luz do dia.Em que país do mundo estamos nós, afinal? Que governo é o nosso?" Faz ressoar ali tudo que calaste como ministra. Não temas, Marina. As gerações futuras haverão de te agradecer e reconhecer o teu inestimável mérito. ________________________________________CARLOS ALBERTO LIBÂNIO CHRISTO, o Frei Betto, 63, frade dominicano,
A LUTA CONTINUA CAMARADAS; A GUERRA APENAS COMEÇOU
TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DECIDEM SUSPENDER A GREVE, MAS NÃO A LUTA!
Data de Publicação: 28-05-2008 Após 41 dias em greve, os trabalhadores em educação pública do Pará, resolveram nesta manhã, 04 de junho, suspender a greve na Rede Pública de Educação do Estado. Esta decisão foi fruto de uma ampla avaliação feita pelo movimento, que sempre buscou a saída negociada da greve, que foi deflagrada como último recurso para se tentar um reajuste digno aos trabalhadores em educação do estado, que amargam uma perda histórica sem precedentes no poder aquisitivo de seus salários. Muitos foram os artifícios usados pelo governo (violência policial, ameaça de desconto, ameaça de demissão, perseguição de diretores) para por fim a greve, Até ação na justiça para criminalizar o movimento, fato inédito em no estado. Tudo isso feito por um governo que se diz democrático, Porém, a categoria não se dobrou e mostrou dignidade e disposição de luta.A greve foi suspensa, mas a luta continua. Este governo não terá um minuto de trégua, pois a categoria, junto com a comunidade, vai estar alerta e exigir, inclusive na Justiça ações concretas para melhorar as condições de precariedade das escolas.Decidimos também que só haverá reposição de aulas se não houver descontos e não vamos assinar nenhum acordo de reajuste salarial, pois rejeitamos o que foi apresentado pelo governo.
Data de Publicação: 28-05-2008 Após 41 dias em greve, os trabalhadores em educação pública do Pará, resolveram nesta manhã, 04 de junho, suspender a greve na Rede Pública de Educação do Estado. Esta decisão foi fruto de uma ampla avaliação feita pelo movimento, que sempre buscou a saída negociada da greve, que foi deflagrada como último recurso para se tentar um reajuste digno aos trabalhadores em educação do estado, que amargam uma perda histórica sem precedentes no poder aquisitivo de seus salários. Muitos foram os artifícios usados pelo governo (violência policial, ameaça de desconto, ameaça de demissão, perseguição de diretores) para por fim a greve, Até ação na justiça para criminalizar o movimento, fato inédito em no estado. Tudo isso feito por um governo que se diz democrático, Porém, a categoria não se dobrou e mostrou dignidade e disposição de luta.A greve foi suspensa, mas a luta continua. Este governo não terá um minuto de trégua, pois a categoria, junto com a comunidade, vai estar alerta e exigir, inclusive na Justiça ações concretas para melhorar as condições de precariedade das escolas.Decidimos também que só haverá reposição de aulas se não houver descontos e não vamos assinar nenhum acordo de reajuste salarial, pois rejeitamos o que foi apresentado pelo governo.
domingo, 1 de junho de 2008
FORA ANA JULIA FORA JADER BARBALHO
EDUCADORES SOCIALISTAS DO SUL E SUDESTE DO PARÁ
A libélula, os lobos, os cordeiros, os pitbulls e o direito de manifestação
O ato em duas cenas ou duas cenas de um ato
“Meu Deus eles estão batendo nos coitados dos professores ”, “ Meu Deus que barbárie “. Não, não, não, não pode ser que loucura meu Deus..”(Populares)
Que decepção Ana Julia, que decepção... E lembrar que a bem pouco tempo atrás você governadora Ana Julia, gritava palavras de ordem contra os governos ditatoriais que oprimiram o povo paraense por décadas consecutivas. E os educadores lá, lado a lado com você.
Sim governadora Ana Julia, os educadores oprimidos que você preteriu logo de cara no inicio de seu governo, em nome de uma governabilidade nefasta, você deixou os Tucanos dar a linha na já fragilizada e combalida Educação que eles gestaram por 12 longos anos. E você governadora mesmo assim os prestigiou e ainda os prestigia em nome de uma governabilidade medonha.
Nós governadora, os educadores do dia -a- dia de sala de aula, não somos o inimigo. Nós não queremos o que os Tucanos querem nos dar. Nós queremos o que é nosso. Dignidade, respeito, condições de trabalho, saúde, moradia e melhores condições salariais.
Nós não queremos as balas de borrachas e a violação dos Direitos Humanos que os Professores Pedro Maia, Emilia poça, Abel, o Manuelzinho e muitos outros mais receberam. Nós não queremos ser mais afrontados pelo seu boneco de Harvard e seu assessor Jorge panzéra, que é uma vergonha para a classe, pela ‘história’ que teve na UNE. Mas o que importa. Eles desconhecem os problemas dos EDUCADORES, estavam prá fora, estão por fora. Ele e o PUTY. Esses lobos capitalistas em pele de cordeiros.
Seus pitbulls governadora mereceram os 60% escalonado de aumento que a senhora deu a eles. São fieis ao dono. Dilaceram sem terras, sem tetos, sem perspectivas, Educadores, os problemas e as mazelas sociais com um atiçar seu. Lembre-se eles são seus. Nós nunca mais seremos.
Coordenação dos educadores Socialistas do Sul e sudeste do Pará (CDESS/PA )Ligada ao Movimento de Esquerda Socialista (MES / MARABÁ)
A libélula, os lobos, os cordeiros, os pitbulls e o direito de manifestação
O ato em duas cenas ou duas cenas de um ato
“Meu Deus eles estão batendo nos coitados dos professores ”, “ Meu Deus que barbárie “. Não, não, não, não pode ser que loucura meu Deus..”(Populares)
Que decepção Ana Julia, que decepção... E lembrar que a bem pouco tempo atrás você governadora Ana Julia, gritava palavras de ordem contra os governos ditatoriais que oprimiram o povo paraense por décadas consecutivas. E os educadores lá, lado a lado com você.
Sim governadora Ana Julia, os educadores oprimidos que você preteriu logo de cara no inicio de seu governo, em nome de uma governabilidade nefasta, você deixou os Tucanos dar a linha na já fragilizada e combalida Educação que eles gestaram por 12 longos anos. E você governadora mesmo assim os prestigiou e ainda os prestigia em nome de uma governabilidade medonha.
Nós governadora, os educadores do dia -a- dia de sala de aula, não somos o inimigo. Nós não queremos o que os Tucanos querem nos dar. Nós queremos o que é nosso. Dignidade, respeito, condições de trabalho, saúde, moradia e melhores condições salariais.
Nós não queremos as balas de borrachas e a violação dos Direitos Humanos que os Professores Pedro Maia, Emilia poça, Abel, o Manuelzinho e muitos outros mais receberam. Nós não queremos ser mais afrontados pelo seu boneco de Harvard e seu assessor Jorge panzéra, que é uma vergonha para a classe, pela ‘história’ que teve na UNE. Mas o que importa. Eles desconhecem os problemas dos EDUCADORES, estavam prá fora, estão por fora. Ele e o PUTY. Esses lobos capitalistas em pele de cordeiros.
Seus pitbulls governadora mereceram os 60% escalonado de aumento que a senhora deu a eles. São fieis ao dono. Dilaceram sem terras, sem tetos, sem perspectivas, Educadores, os problemas e as mazelas sociais com um atiçar seu. Lembre-se eles são seus. Nós nunca mais seremos.
Coordenação dos educadores Socialistas do Sul e sudeste do Pará (CDESS/PA )Ligada ao Movimento de Esquerda Socialista (MES / MARABÁ)
FORA JÁ !! FORA JÁ DAQUI O BUSH DO IRAQUE
&
LULA DO HAITI
MOVIMENTO DE ESQUERDA SOCIALISTA MES/ MARABÁ & CDES/SUL & SUDESTE JUNTE-SE A NÓS EDUCADOR DE LUTA E CLASSISTA POR UMA ALTERNATIVA SOCIALISTA JUNTO AS MASSAS POPULARES.
*CDES (Coordenação dos Educadores Socialistas do Sul e Sudeste do Pará)
* MES ( MOVIMENTO DE ESQUERDA SOCIALISTA- CORRENTE DE ORIENTAÇÃO LENINISTA DO PSOL /MARABÁ ).
&
LULA DO HAITI
MOVIMENTO DE ESQUERDA SOCIALISTA MES/ MARABÁ & CDES/SUL & SUDESTE JUNTE-SE A NÓS EDUCADOR DE LUTA E CLASSISTA POR UMA ALTERNATIVA SOCIALISTA JUNTO AS MASSAS POPULARES.
*CDES (Coordenação dos Educadores Socialistas do Sul e Sudeste do Pará)
* MES ( MOVIMENTO DE ESQUERDA SOCIALISTA- CORRENTE DE ORIENTAÇÃO LENINISTA DO PSOL /MARABÁ ).
FORA JÁ !! FORA JÁ DAQUI O BUSH DO IRAQUE
&
LULA DO HAITI
MOVIMENTO DE ESQUERDA SOCIALISTA MES/ MARABÁ & CDES/SUL & SUDESTE JUNTE-SE A NÓS EDUCADOR DE LUTA E CLASSISTA POR UMA ALTERNATIVA SOCIALISTA JUNTO AS MASSAS POPULARES.
*CDES (Coordenação dos Educadores Socialistas do Sul e Sudeste do Pará)
* MES ( MOVIMENTO DE ESQUERDA SOCIALISTA- CORRENTE DE ORIENTAÇÃO LENINISTA DO PSOL /MARABÁ ).
&
LULA DO HAITI
MOVIMENTO DE ESQUERDA SOCIALISTA MES/ MARABÁ & CDES/SUL & SUDESTE JUNTE-SE A NÓS EDUCADOR DE LUTA E CLASSISTA POR UMA ALTERNATIVA SOCIALISTA JUNTO AS MASSAS POPULARES.
*CDES (Coordenação dos Educadores Socialistas do Sul e Sudeste do Pará)
* MES ( MOVIMENTO DE ESQUERDA SOCIALISTA- CORRENTE DE ORIENTAÇÃO LENINISTA DO PSOL /MARABÁ ).
POR UM DCE LIVRE DAS GARRAS DO GOVERNO
COLETIVO DE EDUCADORES SOCIALISTAS DO SUL E SUDESTE DO PARÁ
ELEIÇÕES DO DCE DA UFPA
MANIFESTO DE APOIO A CHAPA 3
”NÃO A KIZOMBA QUE ZOMBA DE NÓS !!!”
“FORA INTERVENTOR TEU TEMPO JÁ PASSOU !!!”
Diferenciação
O DCE é uma entidade proporcional, ou seja, todas as chapas que atingiram mais de 10% dos votos assumem cargos na gestão, proporcionalmente ao número de votos que receberam. Infelizmente, os grupos que hoje estão representados na chapa 1 “Arraial dos estudantes - oposição”(UJS/PC do B, JS/PDT e dissidência/PT) e na chapa 4 “O movimento”(Kizomba/PT), ambos se autodenominando oposição ao DCE, fizeram parte da última gestão e abandonaram seus 12 cargos. Logo, ficaram ausentes da ocupação da reitoria que conquistou o R. U. do profissional e a reforma da ponte. Além disso, não participaram do IV Encontro da Interiorização. Por isso, queremos trazer o questionamento: Como querem agora ganhar as eleições do DCE e representar os estudantes, se sempre abandonaram os cargos que conquistaram? A verdade é que essas chapas querem ganhar o DCE para atrelá-lo a reitoria e ao governo Lula , Ana Júlia e Tião Miranda que explora os estudantes da UFPA através do Convênio com o CIEE. Na última eleição fizeram campanha para o Alex Fiúza e Erivan Cruz este ano, certamente, apoiarão O sucessor de Alex Fiúza e a manutenção de Erivan Cruz. Sem contar que apóiam integralmente todo o projeto de Reforma Universitária do governo Lula que privatiza a Educação.
Não podemos deixar que nosso DCE caia nas mãos dos agentes da reitoria, do governo Municipal,Estadual e federal. Nossa entidade deve ter autonomia e independência para representar os estudantes na luta contra a privatização da UFPA.
Estamos diante das eleições para o Diretório Central dos Estudantes (DCE). Após tantas conquistas e realizações na última gestão, sabemos que “Apenas começamos...” Por isso, diante do momento especial que vive o movimento estudantil, aos 40 anos do maio de 68 e com o processo de luta e ocupações de reitorias, a Chapa 3 faz um convite aos estudantes para seguirmos num movimento estudantil combativo, autônomo e democrático, mobilizando a UFPA para as lutas que seguem nesse período.
COLETIVO DE EDUCADORES DO SUL E SUDESTE DO PARÁ
ELEIÇÕES DO DCE DA UFPA
MANIFESTO DE APOIO A CHAPA 3
”NÃO A KIZOMBA QUE ZOMBA DE NÓS !!!”
“FORA INTERVENTOR TEU TEMPO JÁ PASSOU !!!”
Diferenciação
O DCE é uma entidade proporcional, ou seja, todas as chapas que atingiram mais de 10% dos votos assumem cargos na gestão, proporcionalmente ao número de votos que receberam. Infelizmente, os grupos que hoje estão representados na chapa 1 “Arraial dos estudantes - oposição”(UJS/PC do B, JS/PDT e dissidência/PT) e na chapa 4 “O movimento”(Kizomba/PT), ambos se autodenominando oposição ao DCE, fizeram parte da última gestão e abandonaram seus 12 cargos. Logo, ficaram ausentes da ocupação da reitoria que conquistou o R. U. do profissional e a reforma da ponte. Além disso, não participaram do IV Encontro da Interiorização. Por isso, queremos trazer o questionamento: Como querem agora ganhar as eleições do DCE e representar os estudantes, se sempre abandonaram os cargos que conquistaram? A verdade é que essas chapas querem ganhar o DCE para atrelá-lo a reitoria e ao governo Lula , Ana Júlia e Tião Miranda que explora os estudantes da UFPA através do Convênio com o CIEE. Na última eleição fizeram campanha para o Alex Fiúza e Erivan Cruz este ano, certamente, apoiarão O sucessor de Alex Fiúza e a manutenção de Erivan Cruz. Sem contar que apóiam integralmente todo o projeto de Reforma Universitária do governo Lula que privatiza a Educação.
Não podemos deixar que nosso DCE caia nas mãos dos agentes da reitoria, do governo Municipal,Estadual e federal. Nossa entidade deve ter autonomia e independência para representar os estudantes na luta contra a privatização da UFPA.
Estamos diante das eleições para o Diretório Central dos Estudantes (DCE). Após tantas conquistas e realizações na última gestão, sabemos que “Apenas começamos...” Por isso, diante do momento especial que vive o movimento estudantil, aos 40 anos do maio de 68 e com o processo de luta e ocupações de reitorias, a Chapa 3 faz um convite aos estudantes para seguirmos num movimento estudantil combativo, autônomo e democrático, mobilizando a UFPA para as lutas que seguem nesse período.
COLETIVO DE EDUCADORES DO SUL E SUDESTE DO PARÁ
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